A CULTRA é uma associação cultural sem fins lucrativos que se propõe contribuir, através do estudo e do debate dos principais problemas da actualidade nacional e internacional, para a construção de uma cultura popular e emancipatória. Sobretudo agora, quando urge remar contra a corrente de velhos e movos obscurantismos.
Agenda
Ciclo de estudos livres 2026
A Academia de Estudos Livres junta neste ciclo de encontros semanais vários temas da atualidade nacional e internacional que nos desafiam coletivamente. Compreender e debater a sociedade para preparar respostas populares que construam um mundo mais justo e solidário.
8 Maio – Fernando Rosas – A reemergência da nova extrema direita fascizante
Local: Sala da Junta de Freguesia da Moita
Morada: Alameda dos Bombeiros Portugueses - Moita
15 Maio – António Brito Guterres – Crise na Habitação
Local: Sala da Junta de Freguesia de Alhos Vedros
Morada: Rua Cândido dos Reis – Alhos Vedros
22 Maio – Sandra Cunha – Contra a manosfera, a luta de classes
Local: Sala da Cooperativa Popular Barreirense
Morada: Rua Miguel Bombarda, nº 64 C - Barreiro
29 Maio – José Soeiro – Trabalho assalariado e capital: disputas em curso
Local: Sala do Ginásio Atlético Clube da Baixa da Banheira
Morada: Rua do Ginásio, nº 18 – Baixa da Banheira
5 Junho – Ricardo Moreira – É o fim do mundo que conhecemos! Uma introdução à crise climática
Local: Sala da Junta de Freguesia de Alhos Vedros
Morada: Rua Cândido dos Reis – Alhos Vedros
12 Junho – Alexandre Abreu – Economia com pés de barro
Local: Sala da Cooperativa Popular Barreirense
Morada: Rua Miguel Bombarda, nº 64 C - Barreiro
19 Junho – Marcos Faria Ferreira – Imperialismo e Guerra em Tempos de Capitalismo Tardio
Local: Sala do Ginásio Atlético Clube da Baixa da Banheira
Morada: Rua do Ginásio, nº 18 – Baixa da Banheira
26 Junho – Francisco Louçã – Os tecno-oligarcas são narco-traficantes
Local: Sala da Junta de Freguesia da Moita
Morada: Alameda dos Bombeiros Portugueses - Moita
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Notícias
Uma vez mais, a Liberdade passou pelo Largo do Carmo - e o Arraial dos Cravos também
O simbólico espaço lisboeta voltou a acolher, no dia 24 de abril, esta celebração que inicia as comemorações da Revolução de Abril. Ao longo da tarde e da noite, assinalou-se o 52.º aniversário da Revolução de 25 de Abril de 1974, num ambiente de festa, memória e participação cívica. Organizado pela Cultra/E.Lab, o evento contou com cerca de duas dezenas de associações, distribuídas por várias bancas, e um diversificado programa de atuações que animou milhares de pessoas que passaram pelo Largo do Carmo.
IV Congresso Karl Marx | A crise do capitalismo neoliberal e a necropolítica | Chamada de comunicações
Três características parecem moldar a enorme explosão social do mundo do trabalho na sequência do movimento militar de 25 de Abril de 1974. Em primeiro lugar, é sob o impulso das reivindicações dos operários fabris, dos trabalhadores dos serviços, dos assalariados rurais do Alentejo e Ribatejo e dos moradores dos bairros populares nas principais cidades do litoral que o golpe militar se transforma num processo revolucionário apontando, ainda que de forma diversa, para o socialismo.